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Guarda-Recife: organizadora será contratada até dia 15


A Prefeitura de Recife já definiu a forma de contratação da organizadora do concurso para guarda municipal. A instituição será formalizada até o próximo dia 15, por meio de dispensa de licitação, o que torna a disputa restrita a empresas tradicionais. As informações foram adiantas à FOLHA DIRIGIDA pela Assessoria de Comunicação da Secretaria de Serviços Públicos, a qual a Guarda Municipal é subordinada.
 
O concurso visará ao preenchimento de 200 vagas imediatas na função, para a qual podem se candidatar interessados de ambos os sexos com nível médio completo. A remuneração inicial será de R$1.034,56 e o regime de contratação é de caráter estatuário, o que, por garantir a estabilidade profissional, pode servir como fator atrativo aos futuros participantes.
 
A Prefeitura espera que, com o preenchimento dessas vagas, os problemas do tráfego da cidade sejam solucionados ou, ao menos, reduzidos. Para que isso dê certo, a partir da nomeação, os guardas realizarão um curso de formação para exercerem a função de agentes de trânsito. Num primeiro momento, os servidores trabalharão para a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano de Recife (CTTU). Porém, eles poderão ser convocados a atuar como guardas municipais, de acordo com a necessidade da corporação.
 
Último concurso é base de estudo
 
Para facilitar a preparação dos que pretendem participar do concurso para guarda municipal, FOLHA DIRIGIDA procurou dicas com o especialista Antônio Cláudio, do preparatório Núcleo de Concursos Especial (Nuce), de Pernambuco. Ele analisou o programa do último concurso para a função, que aconteceu em 2007, indicado tanto pela Secretaria de Serviços Públicos como pelo membro da comissão José Lenildo Ferreira.
 
Para Antônio Cláudio, as tópicos de Matemática, Noções de Direito e Noções de Informática não deverão sofrer quaisquer alterações. À disciplina de Língua Portuguesa, porém, deve ser dada maior atenção. Isso porque, neste meio tempo, foi implementada a Reforma Ortográfica, que alterou muitas normas e gera até hoje confusão entre os estudantes. "As bancas têm explorado a mudança nas regras, então os candidatos precisam redobrar o cuidado com as pegadinhas", ressalta.
 
Outra aposta do especialista é de que o programa surpreenda e elimine a exigência de conhecimentos em História e Geografia. Para ele, estas matérias poderão ser substituídas por temas de Atualidade, cada vez mais presente nas seleções. Além disso, o especialista crê que devam ser incluídas Noções de Trânsito, já que o exercício da função exigirá esses conhecimentos. "Eu ficaria com uma pulga atrás da orelha e não deixaria de ler as leis de trânsito."
 
Com essas orientações, o futuro candidato deverá dar um primeiro passo rumo à preparação, criando uma rotina de estudos. Em primeiro lugar, é preciso rever, diariamente, todo conteúdo teórico; pouco a pouco, é necessário ir respondendo a provas anteriores.
 
Como a organizadora ainda não foi definida, Antônio examinou o perfil da banca da Universidade de Pernambuco (UPE), o Iaupe/Upenet, que ele acredita ser a provável escolhida. "A Prefeitura do Recife, nos últimos anos, tem feito muitos concursos com o instituto", lembra Antônio Cláudio, complementando: "Ela não faz muitas pegadinhas. As perguntas são muito diretas e não fazem com que o candidato se confunda. Assim, já se elimina uma preocupação."
 
Última seleção - Na época, as provas eram organizadas da seguinte maneira: 15 questões de Língua Portuguesa, 15 de Noções de Direito,  dez de Matemática (peso dois); dez de Informática e dez de Conhecimentos Gerais (peso um), totalizando, assim, 60 perguntas.
 
Fonte: Folha Dirigida

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